O maior triunfo da tarde de hoje, no Campo Pequeno, foi dos aficionados

Não cabem dúvidas, de que o maior triunfo da tarde de hoje, no Campo Pequeno, foi dos aficionados, que praticamente encheram o tauródromo lisboeta.

O ambiente registado nas imediações da mais importante praça de touros do país, momentos antes do início do Festival do Dia da Tauromaquia, deixava antever uma grande tarde dedicada a todos quantos amam a Festa Brava.

Sucesso absoluto, no que a ambiente e espectáculo concerne e fórmula aceite por todos aqueles que presenciaram o festival, unanimemente, aplaudido.

O início, ou seja, o período pós-cortesias, foi quiçá o mais emocionante de todo o festejo.

Os toureiros, carregaram uma gravura de Joaquim Bastinhas, colocando-a no centro da arena que tantas vezes havia pisado. Momento carregado de emoção e de justiça, memoriando um ginete cujo carinho e popularidade, foi transversal ao mundo taurino.

Homenageados, foram também os forcados que partiram ao longo da história, em exercício das suas funções.

A registar, houve também o minuto de silêncio, em memória de todos os ‘taurinos’ que nos deixaram nos últimos meses.

No que concerne ao toureio a cavalo, tudo se resume a poucas palavras, porque a análise deste espectáculo, deve hoje, concentrar-se no sucesso global e não em triunfadores…

As duplas, foram constituídas da seguinte forma: António Telles actuou com João Telles Júnior, Rui Salvador com Francisco Palha, Luís Rouxinol com Filipe Gonçalves e Rui Fernandes com Moura Júnior. Todos estiveram bem, sendo que Rui Salvador protagonizou momentos de apuro, ao sofrer aparatosa colhida, voltando heroicamente à arena.

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